Cura Gay? Isso não existe, muito menos nas aldeias. Não existe o preconceito. Na cultura indígena brasileira sempre houve consciência de que existem diversos gêneros, também chamados de espíritos, e que as pessoas podem nascer com mais de um espírito. Estas pessoas, que nascem com “outros espíritos” ao invés de serem ridicularizados, execrados, odiados (ou sei lá mais o quê a sociedade branca ousa fazer com os diferentes) nas aldeias era valorizado. Por sua maior sensibilidade, desempenhava papel fundamental na tomada de decisão dentro das aldeias.

No próximo vídeo falaremos sobre os costumes e a higiene, ou melhor, o “futum” dos europeus que aqui chegaram para invadir o nosso cheiroso e lindo Brasil em 1500.

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Marcus Paiva

Há 30 anos se interessa pela questão indígena, sendo que nas duas últimas décadas vem militando, proferindo palestras, organizando mutirões, atuando dentro e fora das aldeias no sentido de promover a autonomia dos povos indígenas de norte a sul do Brasil. Bisneto de indígena, Karaí Mirim nasceu em Assaí, no norte do Paraná, e atualmente vive em Curitiba onde administra a loja Xondaro comercializando artesanato indígena de forma solidária.

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